Reservas do Atlético MG estreiam com empate no Mineiro.

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(Fotos/Atlético-MG)

O Atlético Mineiro foi até ao Melão (Varginha) fazer sua estreia no Mineiro, nessa quinta (18). Por conta do pouco tempo de treinamento, o técnico Osvaldo de Oliveira preferiu escalar o time com jogadores reservas, à exceção do goleiro Vítor.

Apesar do pouco tempo de trabalho, a equipe do Galo consegue mostrar proposta tática de jogar com velocidade, fazendo transições rápidas entre a defesa e o ataque.

O Boa Esporte, equipe varginhense que disputa a Série B do Brasileirão, ainda sente os efeitos do desmanche que sofreu no final do ano.

O time só ameaçava o Galo nas falhas individuais dos alvinegros. O desentrosamento das duas equipes refletiu na qualidade do jogo apresentado em campo.

O primeiro lance de perigo aconteceu aos 10 minutos de jogo. Após uma falha do zagueiro do Boa Esporte, o centroavante atleticano Carlos quase marcou.

atletico-empata-boa-mineiroO jogo seguia truncado e sem grandes emoções. Os dois times apresentando pouca criatividade na armação de jogadas que pudessem levar perigo ao gol dos adversários.

Aos 26 minutos, em boa trama, o atacante Hyuri se livrou da defesa e cruzou para Carlos chutar, mas o zagueiro rival tirou para escanteio. Na cobrança, com ótima cabeçada, o zagueiro Bremer quase marcou.

O Boa, quando atacava, levava algum perigo para a zaga atleticana, resultado do visível desentrosamento do esquete alvinegro.

Aos 33 minutos, o meio campista Blanco perdeu um gol incrível. Após lançamento de Danilo, Hyuri ajeitou e Blanco e desperdiçou a melhor chance do Atlético na partida.

Apesar da pouca criatividade no meio campo, principalmente porque Valdívia não fez um bom jogo, o Atlético insistia nos lançamentos longos para os atacantes Erik, Carlos e Hyuri, o jogador mais perigoso da equipe.

atletico-empata-boa-mineiroAos 43 minutos, após uma falha da defesa do Atlético, Hulk desperdiçou uma ótima chance de abrir o placar e perdeu um gol feito, chutando para fora. Foi a melhor chance do Boa na partida.

Aos 46 minutos, o árbitro apita o fim do primeiro tempo. O Atlético conseguiu ser melhor no nesta etapa, mas não apresentou um nível de futebol que justificasse melhor sorte. Resultado justo em face ao futebol apresentado pelas duas equipes.

Os destaques do jogo foram os atacantes Hyuri e Erik que deram muita movimentação para o ataque do Galo, e o goleiro Fabrício, que evitou a derrota equipe do Boa Esporte.

Segundo tempo

atletico-empata-boa-mineiroO segundo tempo começa com o time do Galo pressionando e aos 02 minutos, Erik fez grande jogada, cruzando para o centroavante Carlos, que perdeu gol feito.

Aos 04 minutos, o time do Boa reclama de um pênalti cometido pelo lateral Patrick que o juiz não deu.

O Atlético sentia falta de um organizador de jogo. Só ameaçava a equipe varginhense quando conseguia acionar um de seus jogadores de linha de fundo, que levavam vantagem em cima dos laterais do Boa.

Aos 13 minutos, em cobrança de falta levantada na área, o zagueiro Caíque antecipa-se ao goleiro Vitor e quase marca para o Boa.

A partir dos 20 minutos, a equipe de Varginha começou a levar mais perigo ao gol atleticano, principalmente nas cobranças de faltas.

Aos 26 minutos, João Guilherme se livra do marcador e chuta forte, mas o zagueiro Bremer evita o que seria o gol do Boa Esporte.

O jogo seguia truncado e com pouca criatividade dos dois times. Aos 35 minutos, após cruzamento na área, o atacante Carlos perdeu outra chance clara de abrir o placar.

atletico-empata-boa-mineiroAos 37, o Galo quase marca. A revelação da base, Marco Túlio, que tinha entrado no lugar de Hyuri, chuta alto e obriga o goleiro Fabrício a fazer ótima defesa, espalmando para a linha de fundo. Na cobrança de escanteio, Matheus Mancini quase marca para o Galo.

O jogo seguiu morno até o juiz encerrar a partida aos 49 minutos. O Atlético apresentou certa organização defensiva, mas pecou muito na armação de jogadas. Por isso, não conseguiu envolver a equipe do Boa Esporte. O Atlético foi melhor, embora o placar do jogo não tenha sido injusto.

Caos gerencial do Rio chega ao Futebol

Paulo Fernandes/Vasco

O Vasco fez sua estreia no Campeonato Carioca em São Januário sem a presença da torcida. O caos administrativo da equipe se refletiu dentro de campo. Os cruzmaltinos foram derrotados pelo Bangu, por 2 a 0.

O motivo da ausência de público se deve ao fato de o Vasco não ter um Presidente legalmente constituído e, portanto a equipe não tem quem se responsabilize por ela. A solução encontrada foi jogar com portões fechados.

O atual presidente vascaíno, o notório Eurico Miranda, briga na justiça com o presidente eleito, Júlio Lopes, para saber quem será o próximo presidente do clube.

Acusações de fraudes nas eleições recentes e dilapidação do patrimônio do clube são algumas das acusações que pesam contra Eurico.

Já no campeonato Paulista, o Palmeiras, um dos melhores elencos do Brasil, recebeu o Santo André pela equipe do ABC paulista. O Verdão venceu por 3 a 1.

*Kelison Ribeiro é doutor em neuro-física e

observador do futebol brasileiro

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