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Não caia no conto do vigário

O Black Friday é uma oportunidade de fechar bons negócios. No chamado e-commerce (lojas virtuais), empresários chegam a oferecer mercadorias que podem ter mais de 50% de desconto. No Brasil, a sexta-feira das ofertas acontece dia 24 de novembro.

Mas o que parece um negócio da China para muitos, é uma cilada para tantos outros. A boa notícia é que o Procon-SP monitora e divulga lista de sites que devem ser evitados por quem vai às compras no próximo Black Friday.

A página do Procon-SP é atualizada periodicamente. Até essa quinta-feira (16), um total de 519 lojas virtuais foram listadas como suspeitas. A entidade de defesa do consumidor cadastra sites que tiveram reclamações de compradores, foram notificados e não responderam ou não foram encontrados.

Além dos endereços na web, a fundação revela o nome do responsável pela loja e a situação do CPF ou CNPJ, classificado como “no ar” ou “fora do ar”, na data da inclusão do site na relação do Procon-SP. O serviço já existe desde 2011 e tem ajudado que compradores não caiam no conto do vigário.

Black Friday

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Aproveite com cuidado

Existe uma página oficial do evento. Ela traz o elenco de lojas participantes e também oferece resposta para dúvidas frequentes dos consumidores. Uma boa dica para que pretende fazer bons negócios no próximo dia 24.

Segundo o site do Black Friday, em 2016, o evento atingiu nada menos do que R$1,9 bilhão em vendas. Valor que vem crescendo desde 2011, quando as ofertas exclusivas da internet se espalharam por lojas físicas.

As origens dessa “Sexta-feira Negra” são incertas, embora existam duas teorias. Uma delas é de que o termo foi cunhado depois que dois bancos norte-americanos, em plena corrida pelo ouro, teriam quebrado no mesmo dia, uma sexta-feira.

A outra hipótese é de que o Black Friday tenha surgido na Filadélfia (EUA), na década de 1960. O nome teria sido criado por policiais que enfrentavam um trânsito caótico no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças, um dos mais populares nos Estados Unidos.

Aproveitando-se dos engarrafamentos quilométricos, lojistas faziam diversas promoções para quem estava parado nos carros, ideia certeira para fisgar motoristas estressados com a lentidão dos veículos.

Clique aqui para ver os sites que devem ser evitados, conforme o Procon-SP.

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