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Minas de artesãos

A mão acaricia o barro e um sopro de vida transforma o material bruto em uma peça de contemplação. Linhas coloridas se cruzam num frenesi e, como mágica, uma peça nasce para ornamentar um cômodo de casa. O formão que parece surrar a madeira, na verdade, cria uma aura viva para as curvas disformes da árvore moribunda.

Assim é Minas Gerais. Repleta de cores e formas que germinam da criatividade de artesãos espalhados pelos quatro cantos do Estado. Mas nem sempre arte e renda caminham juntas. Por isso, o Governo do Estado e a Codemig estão com edital aberto para fomentar o segmento artesanal, que é uma das marcas da mineiridade.

Ao todo, será destinado R$ 1,8 milhão a cooperativas ou associações de artesãos mineiros, por meio de um novo certame de fomento. Os interessados devem ler o edital e enviar suas propostas até 16 de fevereiro de 2018. Serão selecionadas 18 entidades. Cada uma receberá no máximo R$ 100 mil, destinados à compra de matéria-prima, ferramentas e custeio de capacitações profissionais.

Podem se inscrever associações e cooperativas que atuem em uma ou mais das seguintes categorias: cerâmica; madeira; pedras e gemas; fio e tecidos; fibras vegetais; couros e peles; metais; vidro; sementes e raízes; papel e papelão.

Artesanato: renda e identidade

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Sopro de vida

O fomento do Governo é uma oportunidade para alavancar o setor artesanal em Minas. Isso porque o objetivo é “minimizar a informalidade, capacitar e qualificar artesãos e fomentar canais de comercialização. Dessa forma, o Artesanato Mineiro torna-se mais competitivo em nível nacional e mais reconhecido internacionalmente”, informa a Codemig.

Além do edital, existe no Estado o Programa +Artesanato, que busca salvaguardar as especificidades de diferentes linguagens do segmento. Uma forma de reconhecer o setor como estratégico para o desenvolvimento econômico sustentável do Estado.

“As ações do Programa fundamentam-se nos princípios da sustentabilidade socioeconômica e ambiental, da valorização do território como reconhecimento da singularidade e da autenticidade da produção artesanal local, bem como da preservação da tradição artesanal, da identidade local e do senso de comunidade”, explica o Governo.

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