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Viaje pelas delícias de Minas Gerais (Foto/Setur-MG)

Os sabores de Minas são muitos. Dos doces aos salgados, a culinária típica do estado é um dos principais atrativos para turistas. Bolinhos de feijão de São João del-Rei, biscoitos de São Tiago, rocamboles de Lagoa Dourada ou frango com ora-pro-nobis de Bichinho, em Prados.

É tanta opção que fica difícil percorrer as trilhas dos sabores nas Vertentes. Para orientar visitantes e operadores turísticos, acaba de sair do forno o “Mapa Gastronômico de Minas Gerais”. Um guia lançado pelo Governo do Estado, dentro do programa “+Gastronomia”, nessa quarta-feira (18).

A publicação reúne mais de 150 festivais que enchem de guloseimas cidades mineiras todos os anos. O guia ainda apresenta pelo menos 120 atividades e estabelecimentos abertos à visitação. Mais 27 roteiros gastronômicos foram registrados.

Por enquanto, a primeira tiragem de dois mil exemplares será destinada a operadores de viagens. Mas todas essas divinas tentações já podem ser apreciadas no site do +Gastronomia. A página ainda tem uma agenda atualizada dos principais eventos de culinária que rolam em Minas.

Economia dos sabores

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Simplicidade requintada – linguiça e farinha de fubá torrada

Durante o lançamento do Mapa, o secretário de Estado de Turismo, Ricardo Faria, lembrou que, desde 2014, a principal característica que os turistas registram de Minas é a culinária. Mas faltava uma publicação que norteasse os passos dos visitantes em direção aos aromas irresistíveis da mineiridade.

“Ainda não era possível encontrar, de forma dinâmica e organizada, as principais informações sobre os circuitos gastronômicos do estado. Por isso, realizamos um levantamento em relação à oferta gastronômica existente em todas as regiões mineiras, que resultou no Mapa Gastronômico”, explicou o secretário.

Além de importante elemento da identidade cultural mineira, a presidente do Servas, Carolina Pimentel, enfatizou que o Mapa garante um tempero a mais para a economia das misturas que se recriam a partir de receitas seculares. Não por acaso Carolina destaca que Minas é o estado que mais investe na gastronomia.

“Podemos dizer que ele [o MAPA] incentiva a geração de renda e a criação de novos postos de trabalho, à medida em que apresenta novos produtos turísticos, valorizando a produção local. Nossa gastronomia é diversificada e regionalizada. Tratada como política pública, torna-se importante mecanismo de desenvolvimento econômico e do turismo”, acentua Carolina.

O secretário reitera. “Vale ressaltar que este projeto colabora para a inclusão da cadeia produtiva gastronômica no turismo, contribuindo para que os produtores locais se beneficiem diretamente da atividade turística”, afirmou Faria. Que também salientou a importância do Mapa para o fortalecimento das diversas regiões com seus quitutes típicos.

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